Miguel Barros celebra 40 anos de carreira com exposição “AZULTEJO” em Lisboa

O artista plástico Miguel Barros, de nacionalidades portuguesa, angolana e canadiana, assinala 40 anos de carreira com a exposição “AZULTEJO”, que será inaugurada no dia 15 de setembro, em Lisboa. A mostra reúne 29 obras e marca o regresso artístico do pintor à cidade onde iniciou o seu percurso há quatro décadas.

A exposição estará patente até 29 de setembro no MAC – Movimento Arte Contemporânea e apresenta trabalhos inspirados em Lisboa, explorando elementos como o rio Tejo, os azulejos, as fachadas, ruas, escadarias e miradouros da capital portuguesa. O azul assume um papel central na composição das obras e na representação das memórias do artista.

Miguel Barros vive fora de Portugal há quase duas décadas. Parte desse percurso foi feita em Angola, país onde desenvolveu uma relação artística com as paisagens, pessoas, sons e referências culturais africanas. Em 2014, deixou Angola e estabeleceu-se em Calgary, no Canadá, onde reside actualmente.

A distância de Lisboa tornou-se uma das referências da nova exposição. Em “AZULTEJO”, o artista recupera imagens e sensações da cidade a partir da memória, estabelecendo uma relação entre o azul dos azulejos, do céu e do Tejo. As pinturas apresentam, assim, uma Lisboa reconstruída a partir das recordações acumuladas ao longo dos anos vividos no estrangeiro.

Nascido em Lisboa, em 1962, Miguel Barros é licenciado em Arquitectura e Design pelo IADE Lisboa e dedica-se à pintura desde 1984. A sua trajectória artística passou por três continentes — Europa, África e América do Norte — e a sua obra encontra-se representada em colecções públicas e privadas de vários países.

Entre os mercados e países onde existem trabalhos do artista estão Portugal, Angola, Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Suíça, Noruega, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Índia, Líbano, Moçambique, Austrália, Suécia, África do Sul, Japão e Sri Lanka.

A exposição “AZULTEJO” poderá ser visitada entre 15 e 29 de setembro, no MAC – Movimento Arte Contemporânea, em Lisboa.

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