João Lourenço defende reforço da cooperação entre Angola e Guiné Equatorial

O Presidente da República manifestou a intenção de Angola continuar a reforçar as relações de amizade e cooperação bilateral com a Guiné Equatorial, numa mensagem dirigida ao seu homólogo, Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, por ocasião do 58.º aniversário da independência daquele país.

Na mensagem, divulgada esta terça-feira, 13 de Outubro, pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República, João Lourenço reafirmou o compromisso de Angola com o aprofundamento das relações entre os dois Estados, defendendo uma cooperação capaz de produzir benefícios concretos para as respectivas populações.

«Aproveito esta ocasião para reafirmar o desejo da República de Angola de continuar a estreitar os laços fraternos de amizade entre os nossos Países e Povos, com base numa cooperação bilateral dinâmica e profícua, capaz de elevar a qualidade de vida dos cidadãos dos nossos respectivos países», escreveu o Chefe de Estado.

João Lourenço felicitou o povo, o Governo e o Presidente da Guiné Equatorial pela celebração dos 58 anos de independência, destacando o percurso histórico daquele país da África Central.

O Presidente angolano considerou que a efeméride representa o culminar de uma trajectória marcada pela coragem e resiliência do povo equato-guineense.

Na mensagem, enalteceu igualmente o que classificou como conquistas alcançadas pela Guiné Equatorial no seu processo de desenvolvimento socioeconómico.

Segundo João Lourenço, os resultados desse percurso contribuíram para reforçar a união e a coesão da população.

A mensagem presidencial não apresenta novos acordos ou iniciativas concretas de cooperação entre os dois países, limitando-se a reafirmar a intenção de aprofundar os laços bilaterais existentes.

No encerramento da missiva, João Lourenço desejou boa saúde ao Presidente Teodoro Obiang Nguema Mbasogo e prosperidade ao povo da Guiné Equatorial.

A Guiné Equatorial conquistou a independência a 12 de Outubro de 1968, após o período de administração colonial espanhola.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *