Apple atinge novo recorde. É a primeira empresa a valer dois biliões de dólares

Apple atinge novo recorde. É a primeira empresa a valer dois biliões de dólares
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Apple atinge novo recorde. É a primeira empresa a valer dois biliões de dólares

Dois anos depois de ter chegado a uma valorização de um milhão de milhões de dólares, ou um bilião (trillion, nos EUA), a Apple duplicou o valor. É um recorde devido aos iPhone e wearables.

Quem tem ações da Apple pode ficar contente. Passados apenas dois anos e duas semanas de ter alcançado uma valorização de um milhão de milhões de dólares, ou seja, um bilião (1.000.000.000.000), “trillion“, em inglês, esta quarta-feira a dona do iPhone atingiu um novo marco: dois biliões de dólares. Em euros, 1.681.415.843.800, acordo com a atual taxa de câmbio. É a primeira empresa dos EUA a conseguir o feito.

Afinal, quanto é que é um “trillion”?

A Matemática é uma ciência exata, contudo, depende do país onde estiver.

Na Europa, um bilião é equivalente a um milhão de milhões, ou seja, 1 000 000 000 000 (doze zeros). Já nos EUA, por sua vez, o mesmo valor é referido como um trilião e remete a um número com nove zeros — o que para nós é um milhar de milhões.

Na maior parte dos países europeus adotou-se uma escala para nomear os números grandes — a escala longa — enquanto nos EUA (e no Brasil também, por exemplo), escolheu-se uma escala mais curta. Tudo é igual até ao milhão, depois é que começam as diferenças: na escala curta, o termo é multiplicado por mil vezes pelo anterior; na longa, é multiplicado por um milhão.

Este sistema mantém-se desde 1948, quando esta escala longa foi apresentada, pela primeira vez, na 9.ª Conferência de Pesos e Medidas.

Como escreve o Financial Times, a petrolífera estatal da Arábia Saudita, a Saudi Aramco, tinha sido a única empresa a conseguir este feito, tendo batido o recorde em dezembro passado. Agora, a Apple atinge esta barreira depois de as ações terem crescido em 50% desde o início da pandemia de Covid-19.

O valor da Apple tem vindo a crescer não só devido aos smartphones iPhone. Além deste aparelho, a gigante tecnológica norte-americana vende computadores Mac, tablets iPad e wearables [tecnologia que se veste], como os relógios inteligentes Apple Watch ou os auriculares sem fios AirPods. Este mercado dos wearables, que tem sido uma das apostas da empresa, representa já 40% de todo o mercado de smartwatches e de auriculares sem fios.

Além disto, os últimos iPhone da empresa, a gama iPhone 11, têm tido bastante sucesso na maioria dos mercados. A Apple, inclusive, apresentou em plena pandemia uma nova versão do iPhone SE, e prepara-se para, brevemente, apresentar novos produtos, mesmo com uma “atraso de algumas semanas”.

Mesmo assim, o sucesso da Apple não tem sido conseguido sem dores de cabeça. Ainda esta quarta-feira foi revelado que a empresa está a enfrentar dificuldades na China, depois de ter removido 47 mil apps de jogos na App Store chinesa. Adicionalmente, a empresa fundada por Steve Jobs e, atualmente, liderada por Tim Cook, prepara-se para deixar de usar os processadores Intel nos seus computadores para componentes desenhados por si.

A Apple tinha referido em fevereiro que a pandemia do novo coronavírus estaria a afetar o negócio da venda dos iPhone e outros produtos. Contudo, em abril anunciou que a produção já estava de volta ao ritmo normal. Agora, espera-se que a procura por computadores e iPad aumente, com a empresa a referir que tem um inventário de produtos “restrito”, o que poderá significar que a oferta não vai ser suficiente para a procura.

 

FONTES: observador

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