3 anos no poder marcados pelo aumento de desempregados e deterioração das condições sociais

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Quase três anos depois de ter tomado posse, angolanos avaliam os resultados das promessas do Presidente e o seu impacto na sociedade.

João Manuel Gonçalves Lourenço, tomou posse como terceiro Presidente da República de Angola, aos 26 de setembro de 2017, em meio a protestos da oposição, que não participou na cerimónia, alegando que o candidato do MPLA beneficiou de ajuda da Comissão Não Eleitoral para chegar ao poder.

Corrija o que está mal, melhorar o que está bem, combater a corrupção, fortalecer o Estado democrático e de direito, diversificar a economia, criar 500 mil empregos e melhorar as condições sociais, foram as principais promessas de João Lourenço.

Confidence News, divulga a partir de hoje, uma série de reportagens, dando vez aos cidadãos, através do Facebook, exprimirem o que pensam sobre a respeito do trabalho do seu Presidente.

Nesta primeira reportagem, o destaque recai para a diversificação da economia que não aconteceu, do aumento do número de desempregados – a chegar aos cinco milhões, e a deterioração das condições sociais dos cidadãos.

O cidadão Nzenza Mavinji, acredita que Lourenço tem intenções para mudar algo, mas, aponta, o programa do MPLA desde 75 não é para o bem do angolano, mas sim para o bem do militante do partido. “E nada espero neste um ano que lhe resta.”

Fernandes Scofield, diz não ver mudanças que beneficiem o povo, como soberano, se não a uma minoria pertencente ao seu ciclo corrupto.

Por um lado, aponta, o governo de Lourenço tem se demonstrado incapaz de resolver os problemas que realmente importam, do pacato cidadão, enveredando-se exclusivamente na peleja contra marimbondos (dos quais não estão isentos), ao invés de dar solução aos problemas.

Na mesma senda, Boás dos Santos, não vê melhorias na vida dos cidadãos e entende que João Lourenço limita-se em exonerações e políticas falhadas. “Quanto mais o tempo passa mais a vida dos angolanos piora.”

Paulo Tandela, apontou para o sector alimentar, onde o saco de arroz que custava 4.500 kwanzas, subiu para 11 mil, o de acucar que estava a 8 para 17 mil, a caixa de peixe carapau de 10 para 35 mil. “O pão subiu, o dólar já não se fala… Querem mais?” Questionou.

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