O Banco Alimentar Angola, em parceria com o Grupo OMATAPALO, realizará nos dias 29 e 30 de Novembro a 24.ª edição da campanha de recolha de bens alimentares, iniciativa que visa reforçar o combate à insegurança alimentar e à desnutrição no país. A acção, sob o lema “Venha dar a sua mão”, abrangerá as províncias de Luanda, Benguela e Huíla.
De acordo com o comunicado divulgado pelas instituições, os pontos de recolha estarão instalados em várias cadeias de supermercados, nomeadamente Kero, Candando, Maxi, Angomart, Casa dos Frescos, Deskontão e Intermarket. A expectativa é mobilizar a população para contribuir com alimentos não perecíveis, como leite, arroz, massa, óleo, feijão, açúcar, conservas, bolachas e cereais.
A campanha contará com o apoio logístico e humano do Grupo OMATAPALO, que disponibilizará mais de 400 colaboradores voluntários das suas subsidiárias, além de viaturas para assegurar o transporte e distribuição dos donativos. Os bens recolhidos serão entregues a 26 instituições de acolhimento, orfanatos e lares de idosos nas três províncias abrangidas.
Edmar Manuel, porta-voz do Grupo OMATAPALO, destacou o compromisso social da empresa: “Estamos muito orgulhosos de, mais uma vez, unir forças com o Banco Alimentar nesta importante campanha. A dedicação dos nossos colaboradores demonstra o nosso compromisso contínuo em promover um impacto positivo na sociedade.”
Já o presidente do Banco Alimentar Angola, Henrique Nunes, reforçou a relevância da iniciativa para a missão da instituição: “Esta campanha é parte de um esforço contínuo do Banco Alimentar para contribuir positivamente para a sociedade. Com o apoio de parceiros estratégicos como o Grupo OMATAPALO, trabalhamos para melhorar as condições de vida das comunidades.”
A parceria enquadra-se também nos compromissos assumidos pela OMATAPALO no âmbito do Pacto Global das Nações Unidas, alinhando-se a quatro dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionados com o combate à fome e à pobreza, bem como com a promoção de saúde e educação de qualidade.
A organização espera que a mobilização pública permita, mais uma vez, apoiar um número significativo de famílias e instituições que enfrentam diariamente situações de vulnerabilidade.






