Esposo de Irina Diniz elogia investimento na saúde e agradece a João Lourenço após recuperação da mãe no Hospital Azancot de Menezes

O esposo de Irina Diniz Ferreira, deputada à Assembleia Nacional e Secretária Provincial Adjunta da UNITA em Luanda, tornou pública uma carta aberta dirigida ao Presidente da República, João Lourenço, na qual manifesta reconhecimento pelo atendimento prestado à sua mãe, Luzia Henriques Ferreira, no Hospital Azancot de Menezes, em Camama.

Na mensagem, assinada por Fernando Ferreira em nome da família Ferreira, o autor afirma que decidiu escrever não apenas como cidadão, mas sobretudo como filho que testemunhou a recuperação da própria mãe num momento considerado crítico.

Segundo relata, Luzia Henriques Ferreira esteve hospitalizada em estado grave naquela unidade sanitária e encontrou “muito mais do que um edifício moderno”: encontrou uma instituição preparada, equipada com tecnologia avançada e profissionais dedicados.

Fernando Ferreira destacou o papel dos médicos, enfermeiros, técnicos e demais funcionários do hospital, afirmando que o conhecimento científico, a disciplina e o humanismo da equipa foram determinantes para a recuperação da sua mãe.

“Quando a esperança parecia desvanecer-se, eles nunca desistiram. Lutaram pela vida da minha mãe”, escreveu, considerando que a experiência da família representa um exemplo do impacto positivo de investimentos em unidades hospitalares modernas.

Na carta dirigida ao Chefe de Estado, o esposo da dirigente da UNITA reconhece aquilo que considera ser uma visão estratégica que permitiu a construção de infraestruturas de saúde com capacidade para responder às necessidades da população.

“Quando um país investe em infraestruturas de saúde desta dimensão e valoriza os seus profissionais, está a construir um legado que ultrapassa gerações”, referiu.

Apesar de ser familiar de uma figura ligada ao maior partido da oposição, Fernando Ferreira sublinhou que o seu testemunho surge como um gesto de gratidão e reconhecimento pelo serviço recebido, defendendo que a saúde deve estar acima das diferenças políticas.

A carta termina com um apelo para que Angola continue a apostar numa saúde “cada vez mais moderna, humana e acessível”, considerando que proteger a vida e a dignidade dos cidadãos é uma das maiores riquezas de uma nação.

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